Quintana é o terceiro atleta a morrer de problemas cardíacos este ano em Portugal

O andebolista Alfredo Quintana é o terceiro atleta a morrer em Portugal, fruto de idênticos problemas cardíacos depois de Alex Apolinário e de Paulo Diamantino em janeiro. O internacional português, de 32 anos, sofreu na segunda-feira uma paragem cardiorrespiratória num treino do FC Porto e deu entrada no Hospital de São João, no Porto, sendo transferido para a Unidade de Cuidados Intensivos com prognóstico reservado. Um mês e meio antes, a 8 de janeiro, o basquetebolista Paulo Diamantino caiu inanimado durante o jogo entre o Mirandela Basket Clube e o Juventude Pacense, da II Divisão, e não resistiu às manobras de reanimação tentadas durante quase uma hora. O internacional sub-20 luso iria completar 36 anos no dia seguinte ao encontro em Paços de Ferreira e desapareceu com pouco mais de 24 horas de diferença face ao futebolista brasileiro Alex Apolinário, que representava o Alverca, do Campeonato de Portugal. O médio, de 24 anos, esteve quatro dias internado em coma induzido, na sequência de uma paragem cardiorrespiratória sofrida aos 27 minutos do duelo caseiro com o União de Almeirim (0-0), da 10.ª ronda da Série F, sem que estivesse a disputar qualquer lance. No recente historial de morte repentina em provas desportivas realizadas em Portugal surge a copiloto espanhola Laura Salvo, que morreu em 10 de outubro de 2020, aos 21 anos, devido a um acidente no Rali Vidreiro Centro de Portugal, na Marinha Grande. - Veiga da Mota (ciclismo): 26 de fevereiro de 1959

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