Benfica-Bournemouth, 2-1: análise aos reforços

Em destaque: Everton Nos primeiros 20 minutos na Luz colocou a bola no fundo das redes adversárias duas vezes, ambas com remates de fora da área, ainda que só a segunda tenha contado. Além da velocidade e da técnica apurada, destaca-se pela facilidade de remate. Iniciou o jogo à esquerda, mas fez constantes trocas com Rafa e Pizzi, surgindo tanto à direita como mais próximo de Seferovic. Depois de ter estado muito em jogo na primeira parte, desapareceu bastante na segunda. Mas fez o suficiente para embandeirar a estreia na Luz em arco: aquele que deu a vitória ao Benfica. Vertonghen A qualidade não engana e é mais do que conhecida. A partida com o Bournemouth não terá sido o melhor jogo para avaliar a adaptação do belga, uma vez que o Benfica esteve muito pouco tempo a defender. Mas tudo o que fez, fez bem. E parece dar muita tranquilidade a Rúben Dias, que esteve sempre tranquilo. Saiu aos 78m para a entrada de Ferro. Waldschmidt Entrou ao intervalo para o lugar de Pizzi e para surgir no apoio a Vinícius, também lançado depois do descanso. Mostrou vários detalhes interessantes, mas faltou objetividade num ou noutro lance. Ainda foi a tempo de ficar com as orelhas a arder ao `esquecer-se' por momentos que é para pressionar o adversário assim que a equipa perde a bola. Diogo Gonçalves Gilberto

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